Falta-me poesia
Falta-me poesia
Mas não porque ela não quer existir
Ela sempre desaparece
Mesmo quando está prestes a se mostrar
As palavras pendem frouxas em meus lábios
Da caneta as letra não conseguem sair
O tom da música não consegue se acertar
A beleza dos quadros não parece estar mais alí
Falta-me o sorriso
Que muitas vezes está escondido
Perdido atrás de uma pequena esperança
Que reluta em se mostrar
Guardada atrás de um muro de insegurança
Com o desespero ela chega a se confundir
Deixando muitas dúvidas em aberto
Mesmo existindo algo tão concreto que se pode construir
Ah! Não me falta a angústia
Faltam-me as noites de sono
Não me faltam as incertezas
Faltam-me os sinais
Até quando terei que esperar?
Dias, meses ou anos serão necessários? Não sei!
Mas esperarei, te esperarei ó poesia
O quanto precisar te aguardarei
Pois um dia tua voz já soou aos meus ouvidos
Já consegui te ver escondida entre véus
E enquanto não voltas não descançarei
Volta poesia… volta…
Lizia disse,
julho 2, 2010 às 9:55 pm
uau…! que a poesia venha…